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COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MG APROVA PROJETO DE LEI SOBRE O CAMINHO DO COMÉRCIO EM PRIMEIRO TURNO

 Em 18 de março de 2025 a Comissão de Constituição  e Justiça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovou, por unanimidade, o Projeto de Lei 3338/2021, que reconhece o Caminho do Comércio como Patrimônio Cultural de Minas Gerais. O relator do Projeto de Lei na Comissão foi o Deputado Zé Laviola. Confira o vídeo da reunião:

MUNICÍPIOS DE RIO PRETO, BOM JARDIM DE MINAS, ARANTINA, ANDRELÂNDIA, MADRE DE DEUS DE MINAS E SÃO JOÃO DEL-REI SE UNEM EM PROL DO PROJETO DE LEI ESTADUAL QUE DECLARA O CAMINHO DO COMÉRCIO PATRIMÔNIO CULTURAL E TURÍSTICO DE MINAS GERAIS

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        UNIÃO EM PROL DA CULTURA E DO TURISMO      Em uma rara demonstração de união e soma de esforços, seis municípios mineiros das zonas da Mata e Campos das Vertentes manifestaram apoio formal ao Projeto de Lei Estadual que tramita na Assembleia Legislativa e pretende declarar o Caminho do Comércio Patrimônio Cultural e Turístico do Estado. Mapa do Caminho do Comércio                 O movimento, induzido pelo Grupo de Pesquisadores do Alto Rio Grande, fez com que representantes dos Poderes Legislativo e Executivo apresentassem moções de apoio ao PL  3338/2021, em tramitação na Assembleia Estadual,  que tem o seguinte teor:                Declara como patrimônio cultural e turístico do Estado o Caminho do Comércio e dá outras providências.                A Assembleia Legislativa do Estado de Min...

CONHEÇA AS LOCALIDADES CORTADAS PELO CAMINHO DO COMÉRCIO E SEUS PRINCIPAIS ATRATIVOS

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O Caminho do Comércio foi uma via aberta oficialmente por deliberação, de 14 de novembro de 1811, da “Real Junta do Commercio, Agricultura, Fabricas e Navegação do Estado do Brazil e seus Domínios Ultramarinos”, com o objetivo de facilitar a ligação de Minas Gerais à cidade do Rio de Janeiro e possibilitar, de forma mais rápida e econômica, o abastecimento alimentar da Corte, que havia recebido, há pouco, a Família Real.  As tropas saiam de Minas conduzindo  bois, porcos, toucinho, galinhas e queijos, e retornavam do Rio de Janeiro trazendo produtos como sal, azeite, vinho, vinagre, bacalhau, lampiões, ferramentas e vidros. A rota partia da cidade de São João del-Rei, passando pelos distritos de Rio das Mortes e Cajuru em direção a Madre de Deus de Minas. Depois seguia por Andrelândia, Arantina (Espraiado), Bom Jardim de Minas (passando por Taboão), Rio Preto (região de Funil e Varejas), ingressando no estado do Rio de Janeiro pelo município de Valença (Parapeuna e Pentagna) e...